segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Como Abrir Seu Terceiro Olho - Um Guia



O terceiro olho ou olho da mente, como muitos o chamam, na verdade é um chacra. Chacras são pontos de energia espalhados em nosso corpo que possuem efeitos em nossa psique. O terceiro olho é o chacra Ajna e se encontra na sua testa, um pouco acima de seus olhos entre suas sobrancelhas.
Esse é o chacra responsável pela sua mentalidade e cognição.
Cada chacra é lacrado por energias negativas que se acumulam lá criando assim efeitos específicos e sentimentos negativos no ser humano. No caso do Ajna seu bloqueio é causado por ilusões. Além das diversas ilusões sobre o espaço/tempo que temos para dar uma continuidade lógica e racional à vida uma das ilusões mais fortes e persistentes em nossa psique é a ilusão da separação.
É importante o entendimento racional de que tudo é uno, pois ao abrir o seu terceiro olho você estará na realidade em que será de fato vivenciada a realidade de que tudo é uma coisa só.

Um aviso. A experiência é intensa pois você se tornará um canal vivo para energias. Energias de pessoas e ambientes. Um contato mais íntimo com seu próprio ser será inevitável e isso mudará a forma como você encara o mundo e a si mesmo. Esteja preparado para se libertar e desistir de muitas idéias e crenças que construiram seu mundo até então. Ainda, esteja preparado para encarar seus medos, pois medos são como nuvens escuras que bloqueiam a nossa intuição.

Segue abaixo alguns exercícios e métodos para abrir e energizar seu olho da mente.

- Comer comidas saudáveis como por exemplo uma dieta vegetariana. Quanto maior a vibração dos alimentos melhor para sua saúde e campo energético.
- Evitar água da torneira pois ela contém fluor. O fluor é uma substância prejudicial para a nossa glândula pineal, que é a manifestação física de nosso terceiro olho.
-  Perca a dependência de seus olhos físicos. Arranje um local de escuridão total, sem nenhuma fonte de luz. A glãdula pineal é estimulada a produzir melatonina na escuridão e essa substãncia tem um papel essencial nesse processo.
- Meditação
- Relaxar o corpo, mas nesse caso em especial, os músculos da face. Atrás das orelhas e em volta dos olhos.
- Há mantras e diversas frequências específicas que carregam nosso Ajna, e uma maneira de fazer uma sem qualquer equipamento por perto é nós mesmos através de nossa voz fornecer essa vibração. 
Inspirar profundamente e quando for expirar recitar o mantra "THOUUUUUU..." (pronuncia-se "douuu", quase o famoso "D'OH!" citado diversas vezes por Homer Simpson em Os Simpsons.)...
Deixar a ponta da língua entre seus dentes para que ela vibre conforme você expira e recita o mantra. Repetir seis vezes esse mantra...
Então fazer o mesmo processo com o mantra "MEIII" (pronuncia-se "mei" mesmo). Esse mantra precisa ser afinado para o tom em que afetará o seu Ajna e você poderá facilmente encontrar esse tom sentindo as vibrações em seu rosto até vibrar exatamente o local em que está o chacra. Seis vezes por serie é o suficiente para esse mantra.

Ao trabalhar com o seu terceiro olho você poderá experienciar coisas como:
Clarividência, a habilidade de ver energias, auras, chacras, visões. Clariaudiência, a habilidade de traduzir em linguagem energias, criando uma espécide de comunicação direta com o que está além dos olhos. Clarissenciência, a habilidade de sentir energias. Diversos sons como "cracks" e "pops"  dentro de sua cabeça. Esteja aberto para experienciar dor de cabeça, pois você estará mexendo com uma parte do cérebro que você não estava usando antes. Todos os seus sentidos se tornarão mais aguçados. Memórias e assuntos mal resolvidos do passado virão à tona. ondas de emoções inexplicáveis. Mudança de habitos de sono e alimentares. Impulsividade criativa avassaladora, impossível de conter. Sua percepção de tempo mudará. Eventos aleatórios e até então considerados impossíveis acontecerão e mudarão sua vida (positivamente ou negativamente). Professores aparecerão em todos os lugares, como se o universo estivesse falando diretamente com você. Coincidências estranhas que mostrarão como seus pensamentos se alinham com a realidade física em que você está. Falhas em equipamentos elétricos a sua volta. entre outras estranhezas.

Então novamente galerinha feliz. Abrace seus medos e os deixem fluir rio abaixo e que dessa vez levem consigo as ilusões que embaçam nossa realidade.
Namas-fucking-tê, motherfuckers!


Lista de vídeos com umas paradinhas para te ajudar nesse processo. (de nada ;) )

https://www.youtube.com/watch?v=9l4wMfIWXyQ

https://www.youtube.com/watch?v=OXATp4y7tsw

http://www.iso-tones.com/ThirdEye.mp3




Texto baseado nos ensinamentos de Teal Swan
http://tealswan.com/ 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

A Sombra / Projetando Seu Lado Negro / Integrando a Escuridão

"Prefiro ser íntegro a ser bom." 
C. G. Jung


Em nosso ser há sentimentos que negamos então os escondemos, de nós mesmos e dos outros. Por serem sentimentos que não agradam a estética moral da mente social, optamos por mantê-los nas sombras em sua maior parte, até de nós mesmos. Não tomamos consciência desses sentimentos mas isso não significa que eles não existam e não nos influenciem.
Quando guardamos esses sentimentos e tentamos ocultá-los, eles acabam vazando em comportamentos e acabamos ficando a mercê deles em algumas situações de nosso cotidiano.

-Então numa tentativa de ocultá-los novamente o ego projeta esse sentimento no outro. Fenômeno conhecido como "Projeção da Sombra."


Julgamos nossos sentimentos como muito negativos, esteticamente desprovidos de beleza e graça e então para não sermos julgados pelos outros os guardamos bem fundo dentro de nós. E então, o que acontece?

Assim como uma comida esquecida na geladeira, aquele sentimento irá apodrecer e criar uma "vida" própria, criando uma espécie de "ponto-cego" na nossa consciência onde não conseguimos reconhecer certas características em nós mesmos. Isso cria consequências graves para nós mesmos, acabamos não nos conhecendo totalmente e somos usados por nós mesmos, nos auto-sabotamos em diversas situações em vida.

-Toda a luz projeta uma sombra, não há nada de errado em sentirmos isso. Afinal, quem nunca teve vontade de tomar o que não é nosso? Acabar com a existência de outro ser num momento de raiva? Usar da inocência de outro ser em proveito próprio? Correr de um perigo? Mentir para agradar? Pensar que é melhor que o próximo?
Está em todos nós.

Desde o medo primordial do desconhecido ao sairmos do útero, a culpa e o ciumes do Complexo de Édipo, a vergonha de falhar-mos diversas vezes com nossos pais, a raiva e a frustração de não termos nossos desejos atendidos.

Sentimentos que estão em nós desde nossa infância, criando raízes e enfim brotando em comportamentos que impedem nosso crescimento e evolução.
Para tomar consciência dessa nossa parte negativa é necessário certo nível de maturidade para perceber que toda a vez que apontamos nosso dedo para o próximo em julgamento estamos na verdade julgando a nós mesmos.



Paz e amor
e um tapa na bunda galera!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Astrologia

O Sol me diz "Seja!"
A Lua me diz "Sinta!"
Mercúrio me diz "Pense!"
Vênus me diz "Ame!"
Marte me diz "Aja!"
Júpiter me diz "Aprenda!"
Saturno me diz "Trilhe!"
...
Urano me diz "Transforme!"
Netuno me diz "Creia!"
Plutão me diz: "Renasça!"

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Um Duelo com o Demônio

"Estou fora de forma. Eu não vou conseguir. Minhas pernas estão doendo."
Mas não respondo e nem acredito. É verdade que minhas pernas doem e parecem que vão travar a qualquer momento. É verdade que meu peito dói e que sinto meu corpo muito pesado, talvez até demais para ser carregado pelos meus pés. Mas mesmo assim corro.
"Estou cansado. É melhor parar. Você não vai conseguir."
Cara chato. Na verdade você é um inútil que não vai conseguir me convencer. Sua provocação me anima. Sua voz enfraquece, sinto meu espírito sobre meu corpo.
Suor, endorfina. O coração doendo de tanto bater, a mente clara como cristal.
O demônio se cala e apenas assiste. Talvez torcendo pela minha queda, talvez orgulhoso de mim.
Não importa. A única coisa que importa são meus passos. A única coisa que importa é o suor em meu corpo. A única coisa que importa é o movimento. O que importa é que ele se calou.
Dia seguinte lá está ele. "Estou com preguiça. Não vale a pena. Você não vai conseguir."
E partimos para nossos duelos por ai.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Os Planos da Mente / Identificando o Eu / Os Estágios da Evolução




Nós humanos em nossa evolução aqui na Terra nos encontramos em diferentes estágios. Fases diferentes em que nos associamos e nos identificamos com algum elemento da existência. Essa fase é basicamente definida com aquilo que chamamos de “eu”.

Aquele elemento que você chama de “eu” irá definir o estágio em que você se encontra. São basicamente três níveis: corpo, mente e espírito.

O homem que se identifica com o corpo tem o “eu” organizado nas sensações físicas. Ele sente fome, sede, sono, dores e prazeres. O homem nesse estágio está sob controle de suas emoções, incapaz de entende-las está a mercê da vontade de seu ser subconsciente. Não entende seus atos e vive apenas para satisfazer as necessidades do corpo.

A próxima fase é o homem do intelecto. Ele se identifica com a mente. O pensar e o racionalizar tomam conta desse indivíduo e ele não é mais o corpo, ele tem um eu como algo mental, como sua mente e possui um corpo. O homem nesse estágio se encontra em constante evolução, mas perdido nos labirintos da mente. Encontrando respostas para apenas se afundar em mais dúvidas.

E então temos o plano espiritual. O homem nesse estágio se encontra iniciado. Entender, compreender, agir, inspirar, ajudar e evoluir tornam-se suas metas. Ocorre a evolução da intuição e então ele é tomado pela plena certeza de que há algo maior funcionando à sua volta. Esse homem tem o seu eu identificado como algo maior, algo intangível e inobservável. Tem seu eu como o espírito. Sobre o copo e a mente, observando seus estados e os sentindo.

Nenhum desses estados de evolução é melhor do que o anterior e todos eles tem sua função em seu devido lugar e todas as fases anteriores são importantes para quem ascende para o próximo estágio. A mente precisa do corpo e o espírito precisa da mente e do corpo. O iniciado deve saber atender as necessidades do corpo, embora tenha um controle maior sobre seus desejos, anseios e emoções de ordem inferior, assim como tem sua mente como um instrumento de sua evolução tendo de realinha-la ao corpo para assim poder atender a vontade do espírito.

Esses três planos do eu devem viver em harmonia, e estarem em evolução constante, e não há uma membrana que as separe, sendo que há apenas diferentes estágios até que o eu se torne um outro eu. O homem identificado com o corpo ascende quando começa a pensar por si só. O homem identificado com a mente ascende quando, ao se encontrar no paradoxo dos problemas racionais e de dedução, recebe o chamado. Esse chamado acontece de forma que transcende a lógica e a dedução, não podendo ser descrito em palavras, mas é sempre uma experiência que transforma suas crenças e o faz ver além do que a mente pode ver.

Então vivemos nessa tríade: corpo, mente e espírito e embora elas sejam experienciadas nessa ordem de evolução, nenhum homem é melhor do que outro. O homem no estado da mente pode eventualmente se por numa posição de ser maior, mas ao iniciado não cabe julgamento. Não se vangloriar, não menosprezar.

E é isso ae brothás e sisters!
Namas-fucking-te! =*

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Complexo de Édipo / Recriando o Destino / Quebrando o Cíclo

"Aquele que não conhece a sua história estão condenados a repetí-la." 


O Complexo de Édipo é bem vivo dentro de nós, quer você admitia isso ou não. É uma ideia desconfortável de se olhar, mas se libertar desse padrão é necessário para a real independência de ser. Caso contrário a pessoa fica a mercê de seus dilemas subconscientes repetindo para sempre os mesmos padrões nos relacionamentos, ficando presa em algum ponto no seu desenvolvimento pessoal, perpetuando sentimentos negativos de trauma e abandono dentro de si mesmas e então nunca atingindo a cura interna e a liberdade.

O mito.
Édipo é filho de Laio, rei de Tebas, e de Jocasta. Foi profetizado ao nascimento pelo Oráculo de Delfos que iria matar o próprio pai e que iria se casar com sua mãe. Para evitar tal destino Laio o abandona no monte Citerão, onde é adotado pelo Rei de Coríntio. Édipo, já crescido, consulta o Oráculo de Delfos que mais uma vez revela seu destino a Édipo. Acreditando que iria assassinar sua mãe adotiva e seu pai adotivo Édipo deixa Coríntio. Em seu caminho para Tebas Édipo encontra um homem com quem entra numa discussão e em cólera o assassina. Tebas estava a mercê da Esfinge pois o rei havia sido assassinado, a Esfinge assassinava qualquer um que não respondesse corretamente à sua charada. Édipo acerta a charada da Esfinge salvando a cidade, então ganhando a mão da Rainha Jocasta. Anos mais tarde consultando o oráculo rei Édipo descobre que foi ele que o assassinou o rei anterior, e também que Laio e Jocasta eram seus pais, assim se concretiza a profecia. Jocasta comete suicídio e Édipo fura seus próprios olhos.

Assim como Édipo, somos fadados a experienciar exatamente aquilo que resistimos. Criamos um desejo subconsciente de ter relações sexuais com nosso pai do sexo oposto e uma rivalidade com o pai do mesmo sexo. Assim acabamos repetindo nosso próprio mito pessoal, agindo como nosso rival parental, em busca de nosso objeto de desejo parental. Isso se manisfesta numa busca subconsciente por traços de personalidade iguais aos nossos pais nas pessoas para assim podermos resolver nossos problemas que tivemos com eles. Então de um lado temos nosso laço sexual, e do outro a culpa que isso gera. Essa oposição interna cria uma guerra dentro de nós mesmos se manifestando em diversas neuroses.
Como mulher você está destinada a ter relações românticas com seu pai e como homem você está destinado a ter relações românticas com sua mãe. Somos destinados a passar por esse processo repetidamente em nossos relacionamentos por tentar resolver nossos problemas parentais com as outras pessoas. Isso significa que se você não teve o amor que você precisava de um de seus pais você irá buscar pessoas com os mesmos traços de personalidade e adquirir o amor daquela pessoa assim resolver seus problemas internos subconscientes.
Essa busca não termina com a realização desse problema interno. Acabamos por recriar a dinâmica inteira da relação que tivemos com nossos pais, essa é a razão pelo qual não importa o que você faça os mesmos fatos acontecem nos seus relacionamentos.
Quando crianças nós não podemos resolver a dor e o trauma advindas de nossas relações com os pais, então reprimimos os sentimentos num nível que a maioria de nós nem sequer se lembra do sentimento de rivalidade em relação ao pai do mesmo sexo e o desejo sexual em relação ao pai do sexo oposto. Mas por mais reprimido que esse sentimento seja ele está lá tocando a sua vida numa repetição como um CD riscado. E até que esses padrões sejam reconhecidos e aceitos estaremos presos nesse processo, condenados a repeti-los incessantemente. Nossos sistema biológico faz isso para nos dar uma oportunidade de cura de tais sentimentos, por revisitá-los acabamos experienciando a mesma dor antiga e isso nos dá uma oportunidade de aceitar esses sentimentos e então progredir no desenvolvimento de nossa personalidade.
Se você quer reconhecer seus padrões neuróticos para então mudá-los e se curar é essencial que você observe como você monta essas dinâmicas de relacionamento que você teve com seus pais agora em sua vida adulta. E isso inclui apenas a sua perspectiva sobre o que aconteceu, não importando a perspectiva de seus pais, irmãos ou familiares. Os seus sentimentos e o seu ponto de vista é a única coisa que importa para a resolução de tais conflitos.
Você reconhece padrões nos seu relacionamentos atuais? Quais são esses padrões? Você consegue correlacionar esses padrões de relacionamento com os acontecimentos de sua infância em relação à seus pais?
Por recriarmos a dinâmica inteira de relação com nossos pais acabamos nos condenando a experiência novamente aquilo que passamos com eles. Por exemplo, se a pessoa foi abandonada pelo pai ela irá tentar subconscientemente recriar a situação de abandono, fazendo com que a convivência com ela seja tão insuportável que a situação de abandono apenas se repete.
Quando reprimimos algo isso se torna parte de nossa personalidade. E lutar contra essa tendência de personalidade é engatilhar uma guerra interna.
Pare de lutar contra si mesmo, reconheça os padrões em sua vida e aceite-os. Só então você estará num patamar de poder curar e mudar seu destino.

Que a força esteja com vocês!

terça-feira, 29 de abril de 2014

O Ceifador / Destruindo Máscaras / Espalhando a Chama

Despertar a liderança no próximo, passar a chama e despertar a consciência própria muitas vezes é sinônimo de DESTRUIR a falsa identidade que a pessoa é apegada. No nosso condicionamento social imposto para nos adaptarmos ao mundo criamos máscaras que servem como uma espécie de falso ser para lidar com o mundo. Mas assim que criamos consciência o suficiente essa casca não nos serve mais e deve ser descartada. O problema surge quando somos apegados à essas máscaras que nada acrescentam à nós. Essa máscara precisa de apoio externo pois como não condiz com o nosso verdadeiro ser, sua alimentação interna é impossível, então acabamos precisando que os outros nos reconheçam como a máscara para que ela exista. Essa prática, embora muitas vezes funcional por uma vida toda leva à duas consequências DRÁSTICAS na vida da pessoa que a faz:

1 - A pessoa leva uma vida estressante e muitas vezes neurótica, criando jogos e situações para que ela possa se encaixar no papel que lhe foi adotado, criando confusão, dramas e cenas aos que estão ao seu redor.
2 - A pessoa vive uma vida que não condiz com seu verdadeiro ser, seu desejo profundo e vive implorando por aceitação dos outros à sua volta, precisando que outros alimentem essa sua máscara. E. embora ela possa parecer estar bem vestindo a máscara. ela está lentamente morrendo por dentro. 

Então como podemos fazer as pessoas retirarem suas máscaras e perceberem o que realmente são?
Não podemos. A pessoa deve fazê-lo por si só. E a pessoa só pode fazê-lo se estiver disposta a se enfrentar, a mudar e crescer.
Mas podemos dar uma mão em diversas etapas desse processo, sendo ferramentas de ascensão de nós mesmos e dos outros. 

Primeiramente você deve reconhecer a sua verdadeira natureza, observar, analisar e aceitar, por mais dolorido que seja, é infinitamente melhor do que viver uma vida que não é sua. E uma vez ciente desse profundo e verdadeiro ser saber reconhecer as máscaras nos outros. 
Essa máscara toma diversas facetas e infinitos truques para se sustentar, mas qualquer que seja os truques tem apenas uma função "Fazer com que o outro alimente essa imagem." Sugar energia.
A pessoa tem uma necessidade de controlar situações e criar cenas à sua volta para que as pessoas joguem sua energia e à aceitem como sendo aquilo que elas querem ser, mas não são. 
E esse método de sugar energia toma apenas 4 formas básicas que são:
- O Intimidador: A pessoa intimida os outros criando a ilusão de que estão no controle e comando o próximo através do medo. Agressivo, faz ameaças, fala alto. Está sempre pronto para explodir. 
É um fraco, e esconde sua fraqueza criando esse papel de ser o forte que os outros temem. 
O clássico babaca vestindo uma pessoa medrosa.
- O Interrogador: A pessoa fica fazendo perguntas, muitas vezes chatas e sem conteúdo, coisas que ela não precisa saber. Agressivo, mas a nível psicológico, pela fala. Fica cavando até encontrar a fraqueza e então critica. Controla o próximo através da culpa. Tenta fazer o próximo se sentir culpado. 
É um ser baixo,e guarda muita culpa, se esconde atrás de seus dedos apontando a culpa nos outros. Eles botam os outros para baixo para se sentirem bem. 
- O Coitadinho: A pessoa se põe no papel de vítima, tudo de ruim acontece com ela e foi sempre pior do que o que aconteceu com os outros. Sempre cheia de negatividade, sempre disposta a contar desgraças. Precisa que os outros tenham pena dele.
- O Distante: Afastado e calado, cria um ar de mistério e espera a proximidade dos outros. Cria curiosidade. Dialogo forçado e respostas escassas, prolongando a presença do outro por perto. 

Como lidar com essas pessoas nessas situações?
Não se sintam intimidados, não se sintam culpados, não sintam pena do próximo, não gastem energia com alguém indisposto a se ajudar. As pessoas não precisam desses papéis, são desnecessários, máscaras. Nada tem a acrescentar às pessoas ao seu redor e nem a elas mesmas. Invalide o drama. Destrua o falso ser. 
Mude a situação para o positivo. Ver o lado bom em tal "habilidade" da pessoa e a informe, não de seu drama, mas de sua habilidade. Valide os sentimentos que a pessoa esconde, abrace-os. 

Por fim, não julgar, pois todos nós fazemos algum desses dramas uma vez ou outra na vida, eles foram socialmente aprendidos através de nossos cuidadores, que também aprenderam com os cuidadores deles. É parte do mecanismo interno que todos somos. Mas uma vez descoberto que somos nossa própria fonte, as máscaras caem, quase que por si só. Mudamos. 

Então, vão Ceifadores! Destruam os falsos seres ao seu redor, mas antes disso destrua aqueles dentro de você mesmo.
Dói, mas nada dói mais do que ficar no mesmo lugar para sempre.

Paz e amor brothers e sisters =* 

sábado, 19 de abril de 2014

Falso Eu / Usando Máscaras / Fingindo Ser

Ser conhecido por quem você realmente é. Primeiramente por si mesmo, então pelo próximo. Pré-requisito para qualquer intimidade e então um verdadeiro relacionamento, pré-requisito para felicidade.
Mas a maioria de nós não sabemos quem nós realmente somos pois nos sentimos envergonhados de sermos quem realmente somos. Crescemos em famílias disfuncionais e nessa sociedade disfuncional e para nos adaptarmos à essa sociedade acabamos criando um falso eu, uma máscara. Máscaras que fazem tão bem o que fazem que às vezes nós mesmos as confundimos com nós mesmos. Isso cria confusão e sofrimentos intensos em nossas vidas pois acabamos baseando nossa relação com o mundo baseados nessas máscaras e não em quem realmente somos.
Então queremos alguém que entenda nossos sentimentos mas nós mesmo não entendemos nossos sentimentos, queremos confiança mas não confiamos em nós mesmos. Queremos honestidade, mas não somos honestos com nós mesmos. Fomos criados nesse programa operacional chamado cultura baseado em referências sociais como "Família é tudo.", "Nada que valha a pena é fácil.", "Azul para meninos, rosa para meninas.", e por ai vai. Isso são partes da programação social feita para nos controlar.
Somos ensinados desde pequenos a pensar que aquilo que vimos, nós não vimos. Aquilo que ouvimos, nós não ouvimos. E o mais importante, aquilo que sentimos nós não sentimos. Uma criança cai no chão e bate a cabeça, todo o interior dessa criança diz que a sua cabeça dói e ela não está bem, seus pais à pegam e dizem "Está tudo bem, foi só uma batidinha.". Nesse momento os pais estão invalidando os sentimentos da criança, fazendo-os acreditar que elas não podem confiar em seu sistema interno de guia. Ela não está bem, mas os adultos dizem que ela está bem e não deveriam estar se sentindo dessa forma.
Se nós não sabemos o que sentimos e quem realmente somos nós não podemos criar um relacionamento verdadeiro baseado em intimidade pois não somos nós nos relacionamento e sim nosso falso eu.
A maioria de nós tem medo de nos questionar o que sabemos, o que achamos que sabemos sobre nós mesmos e sobre o mundo à nossa volta. Sentimos que há uma consequência insuportável caso encontremos uma verdade diferente daquilo que as outras pessoas queiram que nós sejamos.
A maioria de nós não tomamos o risco de sermos quem realmente somos pois não vimos que sermos nós mesmos vale QUALQUER CONSEQUÊNCIA, até mesmo perder nossas famílias e amigos.
É uma encruzilhada que uma hora todos nós nos deparamos ou iremos nos deparar.
Abrace a si mesmo e seja honesto com seu coração.

Namastê brothás and sisters =*

(texto baseado nas lições de Teal: https://www.youtube.com/watch?v=xRsQ4CJEAYo )